O assunto do momento é, sem dúvida alguma, a professora de História que sofre de um trauma clitorítico. Que fala de sexo, que se gaba da sua formação académica em detrimento à menor formação de um Encarregado de Educação e que se vai meter na vida pessoal e privada dos seus alunos.
Mais pena tenho dos comentários que tenho visto por aí, em que praticamente culpam os alunos chamando-os de "anjinhos" e que todos "se comportavam bem porque estavam a ser gravados".
Os próprios pais dos mesmos sabem o que têm em casa e jamais, em situação alguma, um professor ou qualquer outra pessoa pode reagir da maneira que a professora reagiu. Se ela se sente incomodada com a turma, há um departamento na escola para isso mesmo. Não é com ameaças de dar más notas ou de processos disciplinares que se deve agir.
Eu nunca fui um anjinho, é um facto. Ainda me recordo muito bem que a minha turma do Secundário (por exemplo) era capaz de levar um professor à loucura, mas nunca houve faltas de respeito pessoais e ameaças.
Agora... achar-se melhor apenas porque tem um Mestrado? Razão têm os espanhóis quando dizem: "Queres ser doutor? Vai para Portugal." Neste país, qualquer um se acha mais do que realmente é. Para mim, só existe um tipo de doutores e, esses encontram-se em Hospitais e Centros de Saúde.
Uma gravação para ser legítima, uma das partes tem que saber que está a ser gravada. Bendita seja a gravação feita.
Não é assim que se preparam as pessoas para o futuro. Crianças rebeldes SEMPRE existirão! Que atire a primeira pedra quem não conheceu, nos seus tempos de escola, quem fumasse, bebesse álcool, ou outras coisas mais.
Pessoalmente, baseio-me no historial da professora e na gravação. E com base nisso, só concluo que os 22 anos de que andou na escola, não a prepararam para a Vida.
Logicamente, posso dar o meu benefício da dúvida à senhora, mas ela é maior e vacinada e aquela atitude não fica bem a ninguém.
Tenho dito...